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Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade: revisão e análise de estudos de prevalência

Authors
  • Piuco, Ricardo
Publication Date
Jul 21, 2015
Source
Repositório Institucional da UFSC
Keywords
License
Unknown
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Abstract

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico que se caracteriza pela tríade sintomatológica de desatenção, agitação e impulsividade que se manifestam além do nível da normalidade e que trazem prejuízos ao portador, estando frequentemente relacionado ao fracasso escolar e baixa performance profissional e acadêmica. Crianças e adultos que possuem tal transtorno apresentam uma grande dificuldade em se concentrar em uma atividade que não oferece interesse suficiente ou são obrigados a concluir tarefas. Já a hiperatividade se manifesta quando o portador não consegue se manter quieto durante suas atividades diárias. Todo indivíduo tem sintomas de desatenção, desorganização e impulsividade ou dificuldade em terminar suas tarefas, sintomas clássicos de TDAH. Mas o que alegam pesquisadores e teóricos da área de neuropsiquiatria o que diferencia a patologia da atenção e do autocontrole da normalidade é uma alteração de intensidade e de duração. A quantidade de prejuízos causados ao individuo que possui TDAH e para as pessoas que convivem ao seu redor deixam claro que é um transtorno muito importante e que não deve ser considerado um problema individual. Prejuízos esse não somente psicológicos, mas também financeiros, onde a perda econômica com a baixa produtividade, acidentes em geral e baixa autoestima geram gastos milionários aos serviços de atendimento somente nos Estados Unidos da América (EUA). Tanto que em 2004 foi considerado “um dos problemas mais graves e importantes da saúde publica americana”, que inclusive declarou dia 7 de setembro como o “Dia da Consciência Nacional sobre o TDAH” nos EUA. Buscando compilar, analisar e comparar dados de artigos que estudaram a prevalência de TDAH nos últimos 20 anos, foi realizada uma busca sistemática desses artigos em 4 bancos de dados on-line. Selecionamos 116 artigos e após extração dos dados, analisamos e comparamos informações como prevalência, faixa etária, país e estado onde foi realizado, método e sistema classificatório utilizado e tipo de estudo. Os resultados foram comparados com outros estudos de revisão com objetivos semelhantes.

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