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Tensiones en la configuración y reconfiguración de movilidades y territorialidades de habitantes de calle en Bogotá

Authors
  • Torres Ruiz, Jacqueline
  • Parra González, Claudia Valeria
  • Gutiérrez Ramírez, Juan Camilo
Publication Date
Jan 01, 2020
Source
DIALNET
Keywords
Language
Spanish
License
Unknown
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Abstract

The article analyzes the configuration and reconfiguration of mobilities and territorialities of street inhabitants in Bogota, amidst the tensions between the urban public space conceived by hegemonic knowledge/powers and built from the meanings, uses, and everyday experiences of the city. It proposes a two-stage reading of conceptual axes of the research, namely street inhabitants, territoriality, mobility, and public space. The first one in context shows the panorama of the mobilities and territorialities configuration based on the tension between a growing capital city and a process of fragmentation and compared to street territorialities. This goes from a relatively open and free relationship with public space to an ambivalent where the "pots" become a space of degradation but at the same time, a place that represents security in the face of indifference, persecution and "social cleansing". The second stage identifies the forms of reconfiguration of mobilities and territorialities of street inhabitants, after the intervention of the Bronx, on May 28, 2016.This research proposes a qualitative approach to identify the logic of the mobility of street inhabitants in Bogotá during these stages, implementing a strategy of information collection with techniques as the documentary review of previous research on urban public space and the historical development of this population group; interviews with street inhabitants in different locations of the city; interview with a street care services operator; interview with an academic expert; ethnographic observation and analysis of figures from the 2007 and 2017 street population censuses. The findings prove that, although mobility constitutes a survival strategy for the street inhabitant mediated by needs and economic activities, practices, and links with the territory and its peers, it also responds to a fragmentation process and discontinuity in the city that creates enclaves of informality and conditions/limits such mobility. With this, transits and tensions between voluntary and involuntary mobility are identified. / O artigo analisa a configuração e reconfiguração das mobilidades e territorialidades dos moradores de rua em Bogotá, em meio às tensões entre o espaço público urbano concebido pelos saberes/poderes hegemônicos e construído a partir dos significados, usos e experiências cotidianas da cidade. É proposta uma leitura de duas etapas ligadas aos eixos conceituais da pesquisa, a saber, moradores de rua, territorialidade, mobilidade e espaço público. O primeiro, no contexto, mostra o panorama da configuração de mobilidades e territorialidades, desde a tensão entre uma capital em crescimento e processo de fragmentação, oposta às territorialidades de rua, que passam de uma relação relativamente aberta e livre com o espaço público para uma relação ambivalente em que os “ollas” se tornam espaço de degradação, mas, simultaneamente, no lugar que representa certa segurança perante a indiferença, a perseguição e a “limpeza social”. A segunda identifica as formas de reconfiguração das mobilidades e territorialidades dos moradores de rua, após a intervenção no Bronx, em 28 de maio de 2016.De modo a identificar a lógica das mobilidades dos moradores de rua em Bogotá durante essas etapas, é proposta uma abordagem qualitativa, que recorre a uma estratégia de coleta de informações com técnicas como a revisão documental de investigações sobre o espaço público urbano e o desenvolvimento histórico desse grupo populacional; entrevistas aos moradores de rua em diferentes pontos da cidade; entrevista com um operador de serviços de atenção na rua; entrevista a especialistas acadêmicos; trabalho de observação etnográfica e análise de números do censo de habitantes de rua de 2007 e 2017. Os resultados mostram que, apesar da mobilidade como estratégia de sobrevivência para os moradores de rua, e de ser mediada por necessidades, atividades econômicas, práticas e vínculos com o território e seus pares, essa também responde a um processo de fragmentação e descontinuidade na cidade, que cria enclaves de informalidade e condiciona/limita essa mobilidade. Com isso, são identificados os trânsitos e as tensões entre as mobilidades voluntárias e involuntárias. / El artículo analiza la configuración y reconfiguración de movilidades y territorialidades de habitantes de calle en Bogotá, en medio de las tensiones entre el espacio público urbano concebido por los saberes/poderes hegemónicos y construido a partir de los significados, los usos y las experiencias cotidianas de la ciudad. Se plantea una lectura de dos etapas vinculadas a los ejes conceptuales de la investigación, a saber, habitantes de calle, territorialidad, movilidad y espacio público. La primera, de contexto, muestra el panorama de la configuración de movilidades y territorialidades, a partir de la tensión entre una ciudad capital en crecimiento y en proceso de fragmentación, frente a territorialidades callejeras que pasan de una relación relativamente abierta y libre con el espacio público a una ambivalente en la que las “ollas” se convierten en espacio de degradación, pero, a la vez, en el lugar que representa cierta seguridad ante la indiferencia, persecución y “limpieza social”. La segunda identifica las formas de reconfiguración de movilidades y territorialidades de habitantes de calle, posterior a la intervención de el Bronx, el 28 de mayo del 2016.Para identificar la lógica de las movilidades de habitantes de calle en Bogotá durante estas etapas se propone un enfoque cualitativo, que acude a una estrategia de recolección de información con técnicas como la revisión documental de investigaciones sobre el espacio público urbano y el desarrollo histórico de este grupo poblacional; entrevistas a habitantes de calle en diferentes puntos de la ciudad; entrevista a operador de servicios de atención en calle; entrevista a experto académico; trabajo de observación etnográfica, y análisis de cifras de los censos de habitantes de calle del 2007 y 2017. Los hallazgos muestran que, pese a que la movilidad se constituye como estrategia de supervivencia para el habitante de calle, y que está mediada por necesidades, actividades económicas, prácticas y vínculos con el territorio y sus pares, responde también a un proceso de fragmentación y discontinuidad en la ciudad, que crea enclaves de informalidad y condiciona/limita dicha movilidad. Con esto, se identifican tránsitos y tensiones entre movilidades voluntarias y movilidades involuntarias.

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