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Programas musicales en televisión: un oasis más allá de los talent shows

Authors
  • Monedero Morales, Carmen del Rocío
  • Rosa López, Alberto
Publication Date
Jan 01, 2022
Source
DIALNET
Keywords
Language
Spanish
License
Unknown
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Abstract

After having up to eighteen music programs on the Spanish television schedule, over the last decade live music has been gradually taken off the air, with the exception of the omnipresent talent contests and the New Year’s Eve special. Recently, this trend seems to be reversing with the introduction of new shows such as Banana Split and Un país para escucharlo (both on Spanish television’s secondary public channel ‘La 2’). However, in October 2018 the most notable change occurred with the broadcast of a primetime live music program, La Hora Musa, on ‘La 2’, and Sesiones Movistar+, a program dedicated each week to a specific group or artist and broadcast on a private channel. Both projects were launched with the aim of resuscitating concerts and interviews on the small screen. The objective of this research was to explore the dimension and content of these two programs, contextualizing them and conducting a comparative analysis that allowed us to explore if past music programming formats have been recovered or if, on the contrary, a structural renewal has taken place. In terms of methods, in addition to a review of bibliographic and audio-visual sources, a content analysis of the first season of both programs was conducted, along with semi-structured interviews with the program managers and musicians who had played on the shows. In the conclusions, we highlight the significant similarities between both programs, although the program hosted on public television channel stands out for a greater variety of music genres and international artists, as well as the emergence of new opportunities for professionals in music journalism. / Depois de ter até dezoito programas de música simultânea na rede, a oferta da televisão espanhola foi na última década para suprimir a música ao vivo da televisão, exceto pelos onipresentes shows de talentos e o programa especial de Ano Novo. Uma tendência que parece estar se invertendo hoje em dia com novos programas como Banana Split e Un país para escucharlo (ambos no La 2 da TVE). Mas foi em outubro de 2018 quando a mudança começou com a transmissão do primeiro programa La Hora Musa, também no La 2 da TVE, um conteúdo musical ao vivo em horário nobre. Nesse mesmo mês, foi lançado o Sesiones Movistar+, dedicado semanalmente a uma banda ou solista. O objetivo desta pesquisa é explorar a dimensão e o conteúdo destes dois programas, contextualizando-os e estabelecendo uma visão comparativa entre eles que nos permita visualizar se o formato predominante na programação musical de outrora foi recuperado ou se, ao contrário, se optou por uma renovação estrutural. Além de uma revisão das fontes bibliográficas e audiovisuais, a metodologia utilizada para isso foi uma análise de conteúdo da primeira temporada de ambos espaços e entrevistas semi-estruturadas com seus realizadores e os músicos que neles participaram. Entre as conclusões destacamos as grandes semelhanças entre os dois programas, embora o programa da televisão pública inclua uma maior variedade de gêneros e artistas internacionais, assim como o surgimento de novas oportunidades para os profissionais do jornalismo musical. / Después de tener hasta dieciocho programas musicales simultáneos en la parrilla, la oferta televisiva española pasó en la última década a suprimir la música en directo de la televisión, a excepción de los omnipresentes concursos de talentos y al programa especial de Nochevieja. Una tendencia que parece estar revirtiéndose en la actualidad con nuevos espacios como Banana Split o Un país para escucharlo (ambos en La 2 de TVE). Pero fue en octubre de 2018 cuando comenzó el cambio con la emisión del primer programa de La Hora Musa, también en La 2 de TVE, un contenido de música en directo en prime time. Ese mismo mes se lanza Sesiones Movistar+, dedicado cada semana a un grupo o solista. El objetivo de esta investigación es explorar la dimensión y el contenido de estos dos programas, contextualizándolos y estableciendo una visión comparativa entre ellos que permita vislumbrar si se ha recuperado el formato imperante en la programación musical de antaño o si, por el contrario, se ha optado por una renovación estructural. La metodología empleada para la consecución de éste, además de la revisión de fuentes bibliográficas y audiovisuales, ha sido el análisis de contenido de la primera temporada de ambos espacios y entrevistas semiestructuradas a sus responsables y a músicos participantes en ellos. Entre las conclusiones destacamos las grandes similitudes entre ambos programas, aunque el espacio de la televisión pública acoge una mayor variedad de géneros y de artistas internacionales, así como el surgimiento de nuevas oportunidades para los profesionales del periodismo musical.

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