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Política pública y seguridad ciudadana: continuidades y discontinuidades en los discursos y las prácticas de reconocimiento de la habitabilidad de calle (Bogotá, 1995-2015)

Authors
  • Torres Ruiz, Jacqueline
Publication Date
Jan 01, 2018
Source
DIALNET
Keywords
Language
Spanish
License
Unknown
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Abstract

Within the socially established cultural, moral, and legal boundaries, there are considerable differences in the ways of understanding homelessness globally, the factors that cause or trigger and foster permanence on the streets, and their associated characteristics. This phenomenon represents a special type of conflict that needs to be put on the agendas of local, regional, and national governments. In the case of Bogotá, official discourses and practices, particularly those of public security (legal and illegal) have created an image of homeless persons by stereotyping them as producers and reproducers of the fears of the city’s “normal” inhabitants. Following García-Canclini (2004) and Fraser (1997), the article affirms the need to recognize and address homelessness as a historical and sociological phenomenon that requires further understanding from the perspective of inequality and difference. Consequently, it sets out to review the continuities and discontinuities in the discourses and practices of recognition of homelessness between 1995 and 2015, from the viewpoint of Verón's (2004) theory of discourse and Van Dijk’s (2003) Critical Discourse Analysis (cda). cda makes it possible to track macro-textual and micro-textual elements. The former include global and local concepts, positions of the actors involved, and causal explanations, among others, while the latter take into account ways of constituting the group through nouns, adjectives, and verbs found in the normative documents that provide the legal basis for political decisions. The period of analysis was chosen because the administrations involved were situated in a context of constitutional change that saw the birth of the social State based on the rule of law and the formalization of an institutional apparatus aimed at guaranteeing citizens’ rights. At city level, this translated into the creation of specialized and technical government agencies, as well as the organization of public and private actors. / No âmbito global, dentro dos limites culturais, morais e legais socialmente estabelecidos, encontram-se consideráveis diferenças nas formas de conceber a moradia de rua, os fatores causais ou precipitadores e de permanência, bem como as características associadas. Em específico, o fenômeno posiciona-se como uma conflitividade particular a intervir nas agendas de governo local, regional e nacional. No caso de Bogotá, os discursos e práticas oficiais, particularmente da segurança pública (legal e ilegal) têm construído as pessoas moradoras de rua a partir da designação do rótulo de produtoras e reprodutoras dos medos dos habitantes “normais” da cidade. Com base na proposta conceitual de García-Canclini (2004) e Fraser (1997), este artigo partiu da necessidade de reconhecer e abordar a moradia de rua como um fenômeno histórico e sociológico que requer compreensão complementar da desigualdade e da diferença. Portanto, propôs propõe-se revisar as continuidades e descontinuidades nos discursos e práticas de reconhecimento da habitabilidade de rua entre 1995 e 2015, sob a perspectiva da teoria dos discursos de Verón (2004) e da Análise Crítica do Discurso (acd) de Van Dijk (2003). A acd permitiu rastrear elementos macrotextuais e microtextuais. Os primeiros incluem conceitos globais e locais, posturas de dos atores envolvidos, explicações de causalidade, entre outros, e os segundos contemplam formas de constituir o grupo mediante substantivos, adjetivos e verbos, que se encontram nos documentos normativos, que são o suporte legal das decisões políticas. Tomou-se esse período de análise devido a que essas administrações se situam num contexto de mudança constitucional, no qual se inaugura o Estado social de direito e se formaliza a construção de um aparato institucional orientado a garantir os direitos cidadão. Esse aparato se manifesta na cidade na criação de dependências de governo especializadas e tecnificadas, e na organização de atores públicos e privados. / En el nivel global, dentro de los límites culturales, morales y legales socialmente establecidos, se encuentran considerables diferencias en las formas de concebir la habitabilidad de calle, sus factores causales o precipitadores y de permanencia y las características asociadas. Específicamente, el fenómeno se sitúa como una conflictividad particular a intervenir en las agendas de gobierno local, regional y nacional. En el caso de Bogotá, los discursos y las prácticas oficiales, particularmente de la seguridad pública (legal e ilegal) han construido a las personas habitantes de la calle a partir de la asignación del rótulo de productoras y reproductoras de los miedos de los habitantes “normales” de la ciudad. Con base en la propuesta conceptual de García-Canclini (2004) y Fraser (1997), este artículo parte de la necesidad de reconocer y abordar la habitabilidad de calle como un fenómeno histórico y sociológico que requiere una comprensión complementaria desde la desigualdad y la diferencia. Por tanto, se propone revisar las continuidades y discontinuidades en los discursos y las prácticas de reconocimiento de la habitabilidad de calle entre 1995 y el 2015, desde la perspectiva de la teoría de los discursos de Verón (2004) y el Análisis Crítico del Discurso (acd) de Van Dijk (2003). El acd permite rastrear elementos macrotextuales y microtextuales. Los primeros incluyen conceptos globales y locales, posturas de los actores involucrados, explicaciones de causalidad, entre otros, y los segundos contemplan formas de constituir al grupo mediante sustantivos, adjetivos y verbos, que se encuentran en los documentos normativos, que son el soporte legal de las decisiones políticas. Se toma este periodo de análisis debido a que estas administraciones se sitúan en un contexto de cambio constitucional, en el que se inaugura el Estado social de derecho y se formaliza la construcción de un aparato institucional orientado a garantizar los derechos ciudadanos. Este aparato se manifiesta en la ciudad en la creación de dependencias de gobierno especializadas y tecnificadas, y en la organización de actores públicos y privados.

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