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The perception and production of english compound stress patterns by brazilian learners of english

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Repositório Institucional da UFSC
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The present study was an investigation of the perception and production of English compound stress patterns by a group of Brazilian advanced learners of English. Perception was assessed through an oddity discrimination test designed in a similar fashion to Flege, Munro and Fox's (1994) Categorial Discrimination Test (CDT). A group of three native speakers of American English also took the test so that it could be evaluated as a tool for assessing perception of stress. Two linguistic variables - stress pattern and compound length - and one test variable - type of trial - were predicted to influence the perception of contrast (or lack of contrast) between the patterns. Production data were collected by means of a reading activity which included the target compounds in unrelated sentences. In addition to stress pattern and compound length, another linguistic variable considered for production was compound constituency, that is, the morphological status of the compound constituents. The results from the perception test revealed that the combination of compound length and stress pattern influenced the performance of the native speakers to some extent, whereas for the Brazilian participants that seemed to exert little influence. Conversely, type of trial was significant for the perception of the Brazilian but not of the native speakers. The overall scores of the native speakers, not within the error rate predicted in the original CDT by Flege et al (1994) may not only signal the influence of other variables on the perception results which were not investigated in this study but also indicate that the perception of non-native speakers is not totally dissimilar. As regards the production of compound patterns, the Brazilian learners generally assigned primary stress to the stronger syllable of the second constituent, which conforms to the BP compound stress pattern. However, exceptions to this tendency indicate that the production of the Brazilian participants appears to be shaped by the interaction among compound length (as it relates to metrical structure), stress pattern, and (assumed) familiarity with the lexical items. Nesta pesquisa foram investigadas a percepção e a produção de padrões acentuais de substantivos compostos da língua inglesa por alunos brasileiros com nível avançado de proficiência. A percepção dos participantes foi aferida através de um teste criado de modo semelhante ao Teste de Discriminação Categórica (Categorial Discrimination Test, CDT) desenvolvido por Flege, Munro e Fox (1994). A fim de que sua aplicabilidade para o contraste aqui investigado fosse avaliada, o teste também foi aplicado a um grupo de três falantes nativos de inglês norte-americano. Previu-se que duas variáveis lingüísticas - padrão acentual e tamanho do substantivo composto - e uma variável do teste - tipo de estímulo - exerceriam influência sobre a percepção do contraste (ou da falta de contraste) entre os padrões acentuais. A produção dos padrões acentuais, por sua vez, foi avaliada através de uma atividade de leitura onde os substantivos compostos foram contextualizados em sentenças. Além de padrão acentual e tamanho do substantivos, uma variável considerada especificamente para a produção foi a classe morfológica dos elementos constituintes dos substantivos compostos. Os resultados do teste de percepção revelaram que o tamanho e o padrão acentual dos substantivos compostos exerceram certa influência sobre a performance dos falantes nativos, enquanto o tipo de estímulo-teste não foi significativo; para os falantes brasileiros, a influência destas variáveis foi oposta. O fato de os falantes nativos deste estudo terem obtido percentuais de acerto menores do que os previstos por Flege et al (1994) como satisfatórios podem indicar (1) que a percepção do contraste entre padrões acentuais pode estar sujeita também a outras variáveis que não as investigadas nesta pesquisa; e (2) que a percepção de falantes nativos e não-nativos não seja completamente distinta. Os resultados do teste de produção revelaram que, ao produzir os padrões acentuais dos substantivos compostos do inglês, os falantes brasileiros manifestaram uma tendência geral de atribuir o acento primário ao segundo constituinte, o que reflete uma influência do padrão acentual dos compostos do português. Contudo, exceções a essa tendência podem sinalizar a interação dos seguintes fatores: tamanho dos compostos (como reflexo de sua estrutura rítmica), padrão acentual e familiaridade (presumida) com os itens presentes no teste.

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