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Ontología y lenguaje: verdad y sentido en el umbral de las dos culturas

Authors
  • Corona Fernández, Javier
Publication Date
Jan 01, 2019
Source
DIALNET
Keywords
Language
Spanish
License
Unknown
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Abstract

This article proposes an exploration of the implications between language and ontology in the light of two different traditions. On the one hand, the scope of the scientific statement and the relationships between meaning and truth: knowledge as the activity of describing a world that is made up of particular facts; on the other, the historical consideration whose objective is to understand a multiformed reality, where language does not only enunciate facts, but builds a meaning of the world in which human life finds the significant elements of its concrete reality. To put these two sites in perspective, it is assumed that in their development, philosophy and science were interconnected. However, as knowledge expanded, field differentiation became more and more necessary. But that strict parceling must be left behind; today a new critical reflection is required that goes beyond the dichotomy of Natural Sciences and Human or Spirit Sciences. At present, this schematism is the manifestation of an illusory understanding of nature as if it were an area of reality alien to man, and as if human beings were a ‘subject’ disconnected from the natural order. This classification evidences a rupture between nature and society, which obstructs the possibilities of an ontological gaze absent from prejudices. 21st century humanism must overcome such disjunction, as science is an essential activity for human beings to be present in multiple spheres of culture, from health services to food production, communications, recreation, politics, economics, education, etcetera. And, reciprocally, philosophical thought has provided a perspective of totality that allows to notice that the knowledge, in any of its branches, participates in the same objective, scope and value. Reflection on language can open up to understanding the differences and closeness of a shared reality. / Este artigo propõe uma exploração das implicações entre linguagem e ontologia à luz de duas tradições diferentes. Por um lado, o alcance da afirmação científica e as relações entre significado e verdade: o conhecimento como atividade de descrever um mundo que se compõe de fatos particulares; por outro, a consideração histórica cujo objetivo é compreender uma realidade multiforme, onde a linguagem não só enuncia fatos, mas constrói um sentido do mundo no qual a vida humana encontra os elementos significativos de sua realidade concreta. Para colocar estes dois sítios em perspectiva, assume-se que, no seu desenvolvimento, a filosofia e a ciência estavam interligadas. No entanto, à medida que o conhecimento se expandiu, a diferenciação do campo tornou-se cada vez mais necessária. Mas esse parcelamento estrito deve ser deixado para trás; hoje é necessária uma nova reflexão crítica que vá além da dicotomia entre Ciências Naturais e Ciências Humanas ou do Espírito. Atualmente, esse esquematismo é a manifestação de uma compreensão ilusória da natureza como se fosse uma área de realidade alheia ao homem, e como se os seres humanos fossem um "sujeito" desconectado da ordem natural. Esta classificação evidencia uma ruptura entre natureza e sociedade, que obstrui as possibilidades de um olhar ontológico ausente de preconceitos. O humanismo do século XXI deve superar tal disjunção, pois a ciência é uma atividade essencial para que os seres humanos estejam presentes em múltiplas esferas da cultura, desde os serviços de saúde até a produção de alimentos, comunicações, recreação, política, economia, educação, etc. E, reciprocamente, o pensamento filosófico proporcionou uma perspectiva de totalidade que permite perceber que o conhecimento, em qualquer de seus ramos, participa do mesmo objetivo, alcance e valor. A reflexão sobre a linguagem pode abrir-se à compreensão das diferenças e da proximidade de uma realidade partilhada. / Este artículo propone una exploración de las implicaciones entre lenguaje y ontología a la luz de dos tradiciones distintas. Por un lado, los alcances del enunciado científico y las relaciones entre significado y verdad: el conocimiento como la actividad de describir un mundo formado de hechos particulares; por el otro, la consideración histórica cuyo objetivo es comprender una realidad multiforme, en donde el lenguaje no enuncia sólo hechos, sino que construye un sentido de mundo en el que la vida humana encuentra los elementos significativos de su realidad concreta. Para poner en perspectiva estos dos emplazamientos, se parte del supuesto de que en su desarrollo, filosofía y ciencia estuvieron interconectadas. Sin embargo, a medida que el conocimiento se fue expandiendo, la diferenciación de campos se hizo cada vez más necesaria. No obstante, esa parcelación estricta debe quedar atrás; hoy se requiere de una nueva reflexión crítica que rebase la dicotomía de Ciencias de la naturaleza y Ciencias humanas o del espíritu. En la actualidad, este esquematismo es la manifestación de una ilusoria comprensión de la naturaleza como si ésta constituyera un ámbito de realidad ajeno al hombre, y como si el ser humano fuese un ‘sujeto’ desvinculado del orden natural. Dicha clasificación evidencia una ruptura entre naturaleza y sociedad, que bloquea las posibilidades de una mirada ontológica ausente de prejuicios. El humanismo del siglo XXI debe superar tal disyunción, ya que la ciencia es una actividad esencial para el ser humano al estar presente en múltiples esferas de la cultura, desde los servicios de salud hasta la producción de alimentos, las comunicaciones, la recreación, la política, la economía, la educación, etcétera. Y, recíprocamente, el pensamiento filosófico ha aportado una perspectiva de totalidad que permite advertir que el saber, en cualesquiera de sus ramas, participa de un mismo objetivo, alcance y valor. La reflexión sobre el lenguaje puede abrirnos a la comprensión de las diferencias y proximidades de una realidad compartida.

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