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Narcissism - the refusal of twoness through sexual addiction and pornography.

Authors
  • Schwartz, Susan E1
  • 1 Paradise Valley, Arizona.
Type
Published Article
Journal
The Journal of analytical psychology
Publication Date
Feb 01, 2022
Volume
67
Issue
1
Pages
287–305
Identifiers
DOI: 10.1111/1468-5922.12761
PMID: 35417588
Source
Medline
Keywords
Language
English
License
Unknown

Abstract

Prosseguir da unidade para o ‘estar a dois’ é um processo psicológico de relacionamento inter e intrapessoal. Este artigo liga as perspectivas dos conceitos do psicanalista francês Andre Green sobre a mãe morta e o narcisismo com Hester Solomon, analista junguiano britânico que escreve sobre a personalidade "como se". Esses conceitos são elucidados com o exemplo composto de um homem sexualmente viciado autodescrito. Seus comportamentos tentaram mascarar as sombras da melancolia, do eu frágil e da ausência de autoanimação das primeiras feridas emocionais. Ele não conhecia o amor ou o outro. André Green, psicanalista francês, descreveu sentimentos de miséria, falta e vazio. A defesa contra a relação surge do medo de replicar as perdas originais do objeto. Ele delineou o narcisismo da morte e o narcisismo da vida como relações limitantes e criando o ilusório. Narciso não poderia viver se conhecesse a si mesmo. Imerso na singularidade, oclui relação com o inconsciente e o outro, como Eco. O conceito de Jung da função transcendente evolui da inclusão do simbólico através da escuta da linguagem do inconsciente. Através da transferência e contratransferência, os primeiros renegaram e separaram os outros secretados nas sombras dos vícios, abrem a relação consigo mesmo, alma e mundo.

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