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Modos de ver e de viver: consumo de telenovela por "batalhadoras"

Authors
  • Sifuentes, Lirian
Publication Date
Jan 01, 2016
Source
DIALNET
Keywords
Language
Portuguese
License
Unknown
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Abstract

The purpose of this article is to understand how habitus and cultural capital (BOURDIEU 1983, 2008) – ways of living – of “fighters” impact readings of telenovela – ways of seeing. We called “fighters” the social group that became known as “new middle class” but that would be nothing more than a working class with better consumption conditions. In empirical research, developed for 10 months, we used semi-structured interviews, forms and observations. The study group was formed by four women, aged between 27 and 35 years. The novel has assiduous viewers in this group. We note that the description that interviewers do about the typical Brazilian woman in telenovelas coincides with how they understand themselves: fighters, women that don’t give up. / O objetivo deste artigo é compreender de que forma o habitus e o capital cultural (BOURDIEU, 1983, 2008) – modos de viver – de mulheres “batalhadoras” impacta as leituras que fazem da telenovela – modos de ver. Chamamos de “batalhadoras” o grupo social que ficou conhecido como “nova classe média”, mas que não seria nada mais do que uma classe trabalhadora como melhores condições de consumo. Na pesquisa empírica, desenvolvida por 10 meses, fizemos uso de entrevistas semiestruturadas, formulários e observações. O grupo pesquisado foi formado por quatro mulheres, com idade entre 27 e 35 anos. A novela possui nesse grupo assíduas telespectadoras. Vale destacar que a descrição que fazem sobre a típica mulher brasileira nas novelas coincide com a forma como entendem a si próprias. Consideram-se batalhadoras e guerreiras, mulheres que vão à luta. / El propósito de este artículo es entender cómo el habitus y el capital cultural (BOURDIEU 1983, 2008) – modos de vivir – de las mujeres batalladoras impacta las lecturas que hacen de la telenovela – modos de ver. Llamamos “batalladoras” al grupo social que se hizo conocido como “nueva clase media”, pero que no sería nada más que una clase obrera com mejores condiciones de consumo. En la investigación empírica, desarrollada durante 10 meses, se utilizó entrevistas semiestructuradas, formularios y observaciones. El grupo de estudio estaba formada por cuatro mujeres, con edades comprendidas entre 27 y 35 años. La novela tiene en este grupo importantes televidentes. La descripción que las entrevistas hacen de la típica mujer brasileña en las novelas coincide con la forma como comprenden a sí mismas. Consideranse como batalladoras, mujeres que luchan.

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