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REPRESENTAÇÕES DO NEGRO LIVRE EM MACHADO DE ASSIS

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UFPB

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(Microsoft Word - REPRESENTA\307\325ES DO NEGRO LIVRE EM MACHADO DE ASSIS) Cadernos Imbondeiro. João Pessoa, v.1, n.1, 2010 1 REPRESENTAÇÕES DO NEGRO LIVRE EM MACHADO DE ASSIS Marina Rodrigues de Oliveira1 Zélia Monteiro Bora2 Machado de Assis abordou, em vários gêneros literários, a exemplo do romance, conto, dramaturgia, crônica, aspectos relativos à sociedade brasileira e, em particular, à carioca. Dentre os assuntos abordados pelo escritor, a escravidão é um dos que merecem um estudo mais atento, não apenas por ser uma temática recorrente na obra machadiana, como também pelo fato de refletir a postura crítica do escritor Realista a respeito do referido sistema. Vários têm sido os estudos da Crítica Literária no tocante ao último aspecto (a postura crítica de Machado de Assis em relação ao sistema escravagista), dentre os quais se podem destacar os de Lúcia Miguel-Pereira (“Machado de Assis: estudo crítico e biográfico”), Raymond S. Sayers (“O negro na Literatura Brasileira”), José Aderaldo Castello (“Realidade e ilusão em Machado de Assis”), Jean-Michel Massa (“A juventude de Machado de Assis, 1839-1870: ensaio de biografia intelectual”), Raymundo Faoro (“Machado de Assis: a pirâmide e o trapézio”), Roberto Schwarz (“Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro”; “Um mestre na periferia do capitalismo: Machado de Assis”), John Gledson (“Machado de Assis: ficção e história”; “Por um novo Machado de Assis: ensaios”), Regina Zilberman (“Um caso para o leitor pensar”), Alfredo Bosi (“Machado de Assis: o enigma do olhar”), Massaud Moisés (“Machado de Assis: ficção e utopia”) e Alcides Villaça (“Querer, poder, precisar: ‗O caso da vara”). Lúcia Miguel- Pereira e Jean-Michel Massa consideram que Machado de Assis foi um autor bastante indiferente à representação literária do negro, em seus escritos, posição esta reiterada pelas seguintes citações: (...) Sem dúvida, muitos são os cas

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