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Bichas, ganchos y territorios de la droga en Bogotá: toporrepresentaciones de una forma de esclavitud

Authors
  • Avendano Arias, Johan Andres
Publication Date
Jan 01, 2020
Source
DIALNET
Keywords
Language
Spanish
License
Unknown
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Abstract

This reflection engages the street dweller (elderly people, men, women, boys, girls, and adolescents), in a multidimensional and scalar perspective, defining as its purpose the characterization of relationships between consumption of bazuco “bichas” (dirty coca base; also known as crack in other latitudes), living spaces, imaginaries, and representations-toporepresentations in the context of Bogota, Colombia. It is also an analytical and methodological proposal for the study, focusing on a form of slavery linked to addiction and dependence on psychoactive drugs. From a qualitative approach, mental maps are implemented and analyzed as expressions and images of spatial experiences and the symbology related to daily life, approaching specific aspects of the subject's sociology.By unifying narratives and spellings, the instrumentalization that the inhabitants of the street are subjected to, given their problematic drug use in a horizontally and vertically structured network, of traffic and micro traffic of psychoactive substances (spa), nourished by the conditions and knowledge of the transhumance of themselves through the city. Precisely, in a dual condition of consumers and vendors, the studied population becomes a strategic link between the operation of the hooks (registered trademarks for the sale of bazuco) and the territories of drugs that have been configured in the urban environment of Bogota parting from large macro-stores (the old Bronx for example), others of a subsidiary type and a few at the micro-level with a neighborhood scale. This set up constitutes a robust market in each sector of Bogota, guarantying the effective supply in any radius of demand in the capital, as shown on the map built here for these purposes.In short, these patterns seem not to be isolated as, on the contrary, those are replicated in other cities, keeping the proportions and particularities, imposing the analytical need to return to the subject's sociology and its leap to the collective approach around to a population with realities distant from the frameworks of public and social policies. / A reflexão apresentada sobre o morador de rua (homens, mulheres, meninos, meninas, adolescentes e idosos), em uma perspectiva multidimensional e escalar, marca como objetivo a caracterização das relações entre o consumo de bazuco —bichas—  (base suja de coca, conhecida como crack em outras latitudes), espaços de convivência, imaginário e representações–topo-representações no contexto de Bogotá-Colômbia. Está é uma proposta analítica e metodológica de estudo, com foco em uma forma de escravidão ligada ao vício e dependência de drogas psicoativas.A partir de uma abordagem qualitativa, mapas mentais são implementados e analisados como expressões e imagens das experiências espaciais e das simbologias do cotidiano desses sujeitosabordando outros aspectos que não são evidentes nem unificados nos perfis individuais de suas histórias de vida. Com isso, ao unificar narrativas e grafias, torna-se evidente a instrumentalização à que os habitantes da rua estão sujeitos devido ao seu consumo de drogas, em uma rede estruturada, horizontal e verticalmente, de tráfico e micro-tráfico de substâncias psicoativas (spa), o mesmo que se nutre, entre outros, das condições e do conhecimento da transumância deles pela cidade. Precisamente, em uma dupla condição de consumidores e varejistas, eles são convertidos em um elo estratégico para a operação dos “ganchos” (marcas registradas do bazuco) e os territórios de drogas configurados no ambiente urbano de Bogotá com grandes macro-lojas (por exemplo, o antigo Bronx), outras de tipo subsidiário e algumas ao nível micro com uma escala de bairro. Isso para ter um mercado robusto em cada setor de Bogotá, o que garante uma oferta efetiva em qualquer raio de demanda da capital, como mostra o mapa aqui construído para esses fins.Além disso, esses padrões parecem não estar isolados, pelo contrário, parecem ser replicados em outras cidades, mantendo as proporções e particularidades, o que impõe a necessidade analítica de retornar à sociologia do sujeito e seu salto para a abordagem coletiva em torno de uma população com realidades distantes das estruturas das políticas públicas e sociais. / La reflexión expuesta en el documento aborda al habitante de calle (hombres y mujeres, niños, niñas y adolescentes, adultos mayores), en una perspectiva multidimensional y escalar, marcando como propósito la caracterización de las relaciones entre consumo de bazuco —bichas— (base sucia de coca, conocido como crack en otras latitudes), espacios de vida, imaginarios y representaciones-toporrepresentaciones en el contexto de Bogotá-Colombia. Esto como una propuesta analítica y metodológica para su estudio, con foco en la configuración de una forma de esclavitud vinculada con la adicción y la dependencia a psicoactivos.Desde un enfoque cualitativo, se recurre tanto a la implementación como al análisis de mapas mentales, en calidad de expresiones e imágenes de las experiencias espaciales y de las simbologías de la vida cotidiana de estos sujetos; estos mapas permiten comprender otros elementos no evidentes ni unificados en los perfiles individuales de sus historias de vida. Con ello, al unificar sus narraciones y grafías, se llega a evidenciar la instrumentalización de la que son objeto por su consumo de drogas, en una red muy estructurada, horizontal y verticalmente, de tráfico y microtráfico de sustancias psicoactivas (spa), que se nutre, entre otras, de las condiciones y saberes de la trashumancia por la ciudad propia del habitante de calle. Así, en una condición dual de consumidores y expendedores, son convertidos en un eslabón estratégico para el funcionamiento de los ganchos (marcas registradas para el bazuco) y los territorios de las drogas que se han configurado en el medio urbano de Bogotá con grandes macroexpendios (el antiguo Bronx, por ejemplo), otros subsidiarios y unos últimos micro a nivel barrial, para tener, de tal forma, un robusto mercado en cada sector, que garantiza una oferta efectiva en cualquier radio de demanda de la capital, como se visualiza en el mapa construido para estos fines.En suma, estos patrones pareciesen no ser aislados, pues, por el contrario, pareciesen estar replicados en otras ciudades, guardando las proporciones y particularidades, lo que impone la necesidad analítica de volver la mirada a la sociología del sujeto y su salto al enfoque colectivo en torno a una población con realidades distantes a los marcos de las políticas públicas y sociales.

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