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Atividade in vitro de nanopartículas de zinco contra agentes patogênicos de peixes.

Authors
  • CARVALHO, A. S.
  • MENEZES, S. A.
  • SANTOS, H. L.
  • SANTANA, F. S. de
  • SANTOS, J. M. F.
  • SANTOS, C. C. M.
  • FUJIMOTO, R. Y.
Publication Date
Dec 28, 2021
Source
Repository Open Access to Scientific Information from Embrapa
Keywords
License
Unknown
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Abstract

O objetivo foi avaliar in vitro os efeitos da nanopartícula de zinco (NPZnO-Q), nos principais patógenos de peixe. Pela impossibilidade de realizar o experimento com todos os patógenos devido a pandemia, foram avaliados também um nanocomposto de zinco e o extrato de aroeira vermelha sobre os patógenos bacterianos Aeromonas hidrophyla e Streptococcus agalactiae. Inicialmente, foi sintetizada a NPZnO-Q, produzida pelo método químico utilizando como agente oxidante o acetato de zinco dihidratado. O nanocomposto foi produzido pela síntese verde com o extrato etanólico de aroeira e este último foi obtido pela maceração estática das folhas. Para os testes de cada composto, foram avaliadas 4 concentrações (1, 5, 10 e 15 mg/L), um controle positivo (antibiótico) e um controle negativo (água destilada) em triplicata, sendo então avaliados os halos de inibição durante 48h. A NPZnO-Q não apresentou efeito em ambas as bactérias. Entretanto, o extrato de aroeira (10 mg/L e 15 mg/L) e o nanocomposto (15 mg/L) apresentaram efeito contra a A. hydrophila, e somente o nanocomposto (15 mg/L) apresentou efeito sobre S. agalactiae. Assim, conclui-se que o nanocomposto e o extrato de aroeira são mais eficientes que a NPZnO-Q no controle dos agentes patogênicos.

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