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Geology, petrography and mineral chemistry of micas from tin greisen associated with the Água Boa Pluton, Pitinga (Am)

Authors
Publisher
Zeppelini Editorial
Publication Date
Keywords
  • Pitinga
  • Granito Água Boa
  • Greisens
  • Cassiterita
  • Petrografia
  • Química Mineral
  • Pitinga
  • Água Boa Pluton
  • Greisens
  • Cassiterite
  • Petrography
  • Mineral Chemistry

Abstract

Na borda oeste do pluton Água Boa, na Província Estanífera de Pitinga, ocorrem duas tipologias de greisens estaníferos associados espacialmente à fácies granito rapakivi: greisen 1, constituído principalmente por quartzo, siderofilita, topázio e esfalerita, e greisen 2, formado essencialmente por quartzo, fengita e clorita. Apesar de suas diferenças composicionais e petrográficas, estes greisens se formaram a partir do mesmo protólito granítico, um hornblenda-biotita-álcali-feldspato-granito a sienogranito. As análises químicas realizadas em microssonda eletrônica comprovam que a mica do greisen 1 é uma siderofilita com teores moderados em Al, cuja variação composicional ocorre pela substituição de Fe2+ por Al3+ e Li nos sítios octaédricos, com geração de vacâncias, e concomitante substituição de Al3+ por Si4+ nos sítios tetraédricos. Por sua vez, as micas do greisen 2 apresentam composição de fengita, cujo principal mecanismo evolutivo é dado pela substituição de VIAl por Fe2+ nos sítios octaédricos, com enriquecimento acoplado de Si4+ às expensas de Al3+ nos sítios tetraédricos. Seus teores de Li calculado são ainda menores do que aqueles estimados para a siderofilita do greisen 1. Nos greisens estudados, as maiores concentrações de cassiterita estão associadas ao greisen 2 rico em clorita, que também apresenta volumes consideráveis de pirita ± galena. O greisen 1, por sua vez, também está mineralizado em esfalerita, além de cassiterita.

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